A vitalidade urbana só estará garantida se existirem serviços a serem explorados e pessoas que possam explorá-los, sendo essa a grande riqueza da vida nas cidades.

TRANSFORME. INOVE. CRIE. PROPONHA. PLANEJE. IDEALIZE.

VITALIDADE DE USOS NO ESPAÇO

A Equipe Carolina Araújo Arquitetura BIM tem a honra de anunciar o lançamento da primeira edição do Concurso Nacional Crie o Amanhã.

O Concurso, de abrangência nacional, é direcionado a estudantes, profissionais e projetistas da área de arquitetura, engenharia e construção, aptos a desenvolver o desafio de forma exclusivamente individual. A todos serão permitidos a possibilidade de orientação de um professor da área.

TEMA:

O Tema do Concurso é: VITALIDADE DE USOS NO ESPAÇO.

Em face das transformações constantes no espaço urbano, associadas às mudanças nos processos econômico, político e tecnológico, bem como aos modos de viver e habitar nas cidades, o projeto deve propor a integração de diferentes usos e apropriação dos espaços com o ambiente urbano.

Morar, trabalhar, comprar, divertir-se são atividades dinâmicas e cada vez mais entrelaçadas, e, para sua realização, fatores como mobilidade, acessibilidade e planejamento urbano tornam-se elementos preponderantes.

Espaços que geram presença de pessoas em horários diferentes, diversos usos ativos, valorização dos percursos, edifícios variados e pessoas de diferentes idades, contribuem com a vitalidade urbana e a sustentabilidade.

OBJETIVOS

  • Estimular o trabalho criativo, vinculado as soluções de projeto e concepção arquitetônica e estrutural apropriada.
  • Incentivar a investigação do conceito de espaço enquanto uso público, semipúblico, semiprivado e privado, considerando que a vida urbana envolve as inter-relações do edifício e do espaço exterior e que, para tal demanda, é necessária uma organização espacial;
  • Fornecer subsídios para o ensino da arquitetura, urbanismo e engenharia, e para o desenvolvimento de projetos arquitetônicos e urbanísticos, em contextos similares.

CATEGORIAS

Serão aceitos projetos com o objetivo de PROMOVER VITALIDADE DE USOS DO ESPAÇO que podem integrar duas ou mais funções, nas seguintes categorias:

CATEGORIA 1 – Edifícios Residenciais / Edifícios Comerciais / Edifícios Multifuncionais / Hotel / Conjunto Habitacional

CATEGORIA 2 – Centro Cultural / Escola / Universidade / Hospital / Igreja-Templo / Parque / Clube-Parque Aquático

CATEGORIA 3 – Complexo Turístico / Pavilhão de Eventos / Pavilhão de Exposições / Habitação de Interesse Social /

INSCRIÇÃO

A inscrição tem o valor de R$ 40,00.

NO ATO DA INSCRIÇÃO RECEBA DE FORMA GRATUTA O TEMPLATE MOBILIÁRIOS URBANOS + BIBLIOTECA MOBILIÁRIOS URBANOS + EBOOK VITALIDADE DE USOS NO ESPAÇO + DADOS TERRENOS + DIVERSOS BÔNUS

PREMIAÇÃO

1º LUGAR – 5.000 + VIAGEM A CURITIBA (Visita ao Museu Oscar Niemeyer com Arq. Carolina – Todas As Despesas Pagas).

2º LUGAR – VIAGEM A CURITIBA (Visita ao Museu Oscar Niemeyer com Arq. Carolina – Todas As Despesas Pagas).

3º LUGAR – ACESSO A TODOS OS CONTEÚDOS DA LOJA

BAIXE O EDITAL E INSCREVA- SE:

https://arqcarolinaaraujo.com.br/concurso/

Bom projeto!

Carolina Araújo.

Fundadora do Concurso Nacional Crie o Amanhã


No Brasil a demanda de conhecimento na área de arquitetura, engenharia e construção tem aumentado a cada ano, e com isso, precisamos educar nossa indústria para que tenhamos o melhor resultado possível. Neste contexto, sabemos que existem muitas dúvidas em relação ao BIM no Brasil, seus conceitos, aplicações, formas de implantação, e é por esses e vários outros motivos que:

Pela primeira vez no Brasil temos valiosos conteúdos nunca antes abordados, repletos de conceitos, teorias, práticas, empreendedorismo relacionados ao BIM e diversas áreas do mercado AEC.

O 1º SEMINÁRIO NACIONAL ONLINE VIABIMLIZE conta com palestras, estudos de caso, lançamentos, e o mais importante, o evento é inteiramente gratuito, para que você possa aprender desde os primeiros passos do BIM até a sua implementação.

Nós organizadores ao lado de renomados profissionais temos o compromisso de repassar a você novidades e conteúdos recheados de muita informação. A nossa missão é que os escritórios de arquitetura e engenharia do Brasil possam obter métodos e formas de aplicação de: COMO VIABILIZAR O BIM NO SEU DIA A DIA!

Ainda que, a proposta do VIABIMLIZE não se limita a apenas o seminário. Nossas pretensões não são pequenas e desejamos fazer isso junto com você. Para deixar registrado, segue abaixo nosso planejamento de 2018:

1. CURSOS BÁSICOS E AVANÇADOS

Nossa intenção é levar aos profissionais e estudantes de arquitetura, engenharia e construção o conhecimento necessário para se aplicar o BIM em seu dia a dia. E isso será fornecido em forma de cursos. Para iniciar, temos o CURSO BIM FUNDAMENTAL, que é o primeiro curso online gratuito no Brasil que traz para você um conteúdo chave e ao mesmo tempo direto. Nós utilizamos conceitos já conhecidos, mas que a maioria dos profissionais ainda tem dúvidas sobre como utilizá-los.

O primeiro módulo do curso irá trazer quatro episódios de introdução e fundamentação sobre do que o BIM é feito. Iremos falar sobre como ele surgiu até a mentalidade necessária para se aplicar.

No segundo módulo, vamos conceituar alguns dos principais fatores relativos ao BIM que, sem os quais, não é possível implementar. Iremos partir do Processo de Projeto atual, passar pelos principais conceitos e definições acerca do BIM como o ciclo de vida do edifício, BEP, LOD, interoperabilidade e finalizar com uma aula sobre o processo de implementação em escritórios.

No terceiro e último módulo, falaremos principalmente sobre os agentes responsáveis pela execução do projeto BIM.

As aulas serão acompanhadas de material de apoio e infográficos para um melhor aprendizado.

2. 2º SEMINÁRIO NACIONAL ONLINE

O 2º SEMINÁRIO NACIONAL ONLINE VIABIMLIZE já tem data marcada e irá acontecer entre os dias 13 e 18 de agosto de 2018. Já marque em sua agenda.

3. ÁREA DE MEMBROS VIP PARA 500 PESSOAS

Uma das nossas principais metas para 2018 é conseguir colocar 500 profissionais dentro da nossa ÁREA DE MEMBROS VIP. Para essa primeira turma, temos 200 vagas, que já estão sendo preenchidas através dos nosso pacotes VIP PRATA e VIP OURO.

4. PARCERIAS COM QUEM QUER FAZER O BIM

Para o primeiro seminário fizemos muitas parcerias e isso, para nós, é fundamental. Sem os parceiros nós não conseguiríamos o resultado que alcançamos. Mais de 6000 visualizações das salas de transmissão e 2752 profissionais e estudantes envolvidos com o seminário.

5. BIM ON THE ROAD – BRASIL

Esse projeto é o mais audacioso de todos que planejamos. Com ele, iremos visitar escritórios espalhados pelo Brasil e conhecer os responsáveis pelos resultados positivos do BIM. Vai ser um vídeo documentário que vai explorar os segredos do BIM dentro das empresas. AGUARDE!

6. APRESENTAÇÃO DE CASES – MENSAIS

Por último e não menos importante, nossos estudos de casos mensais. A cada mês mostraremos obras que utilizam da tecnologia BIM, desde a fase de projeto até a fase de uso e manutenção do edifício.

  Tudo isso será compartilhado com todos os nossos participantes do seminário e todos que de alguma forma contribuírem com o VIABIMLIZE. Se ainda não contribuiu com essa transformação, seja um membro VIP. Faça parte dessa comunidade que se forma e comece a usufruir de todo o conteúdo já disponível no nosso portal VIP exclusivo.

Aproveite essa oportunidade e adquira os conteúdos que serão apresentados, se atualize com as informações e obtenha de forma única um excelente aprendizado em BIM.

Quem são as pessoas que fazem o BIM dar certo e porque é tão importante que a cultura de projeto seja mudada?

Todas as informações você confere aqui: viabimlize.com.br

Vamos juntos! Forte abraço.

Carolina Araújo

Co-Fundadora do VIABIMLIZE


O BIM tem sido definido em muitas publicações, seminários e workshops como uma tecnologia pronta a reduzir a fragmentação do setor da AEC e melhorar sua eficácia e eficiência.

Muito se fala e se escreve sobre BIM e observa-se no cotidiano um emaranhado dos conceitos de modelagem da informação com modelo da informação e poucos percebem a necessidade da gestão integrada entre o processo de projeto e o processo da modelagem da informação.

É visto que, com a crescente complexidade dos edifícios ao advento do BIM, existem duas engrenagens envolvidas em um todo: a gestão do processo de projeto e a gestão da modelagem da informação (o produto da interação entre eles são os modelos BIM). Essas duas engrenagens possuem interdependência em todo o processo, e para que gire de forma coordenada é necessária uma gestão eficaz desse movimento.

A complexidade crescente do processo de projeto introduziu ao longo do tempo a função de coordenador de projetos, pois, o projeto é um processo e, como tal, necessita de gestão para atingir seus objetivos.

A gestão do processo de projeto, independente do suporte tecnológico a ser utilizado, precisar existir. O advento do BIM traz radicais transformações para o processo de projeto e incorpora novas necessidades técnicas e organizacionais.

A concepção do BIM defende uma visão holística do edifício em todo o seu ciclo de vida, e termos como integração e colaboração são correntes em sua literatura, o que torna essa concepção mais coerente se utilizarmos um método no desenvolvimento de projetos que vise à integração do todo e do BIM como o agente integrador de processos e não apenas como um conjunto desarticulado de tecnologias e ferramentas.

Cabe Refletirmos:

O surgimento dos sistemas em BIM mostra que um novo paradigma para o trabalho colaborativo precisa ser criado. Percebe-se que as equipes de projeto continuam a trabalhar de maneira individual e com trocas de informação somente nos momentos de compatibilização. Na prática continua-se trabalhando de forma convencional, sem o aproveitamento dos benefícios possíveis da tecnologia BIM.

Consequentemente, a colaboração imaginada para o processo em BIM será muito difícil de ser conseguida com a utilização das metodologias de trabalho atualmente utilizadas. Desta forma, muitas empresas falharão em alcançar a eficiência e os benefícios que o BIM pode trazer para o trabalho colaborativo.

Partindo-se então das premissas de que a baixa produtividade do processo de projeto é resultado da falta de organização e da falta do uso de métodos adequados de gestão e de que o desenvolvimento de métodos e ferramentas de tecnologia da informação tem ocorrido de maneira dissociada, limitando o exercício das práticas de colaboração, cabe refletirmos as seguintes questões:

  • Como obtermos produtividade e eficiência no desenvolvimento de projetos em geral?
  • Como obtermos uma estrutura organizacional que possibilite o desenvolvimento de metodologias de gestão que possam dar suporte ao trabalho colaborativo?
  • Como organizarmos as etapas de projeto, o fluxo de trabalho e de informações através da gestão de um modelo em BIM?

Vamos apresentar a solução no próximo artigo, fique ligado!


A plataforma BIM (Building Information Modeling) pode ser um importante instrumento para criar um ambiente mais colaborativo e possibilitar a gestão e avaliação do projeto em todo o seu ciclo de vida, no qual as diferentes disciplinas possam integrar um modelo que reúna todos os aspectos das etapas da construção civil.

Conforme Eastman et al. (2008, p. 13), BIM é uma ”tecnologia de modelagem e um grupo associado de processos para produção, comunicação e análise do modelo de construção”.

O BIM corresponde a uma forma de simulação virtual da construção, onde modelamos de forma sequencial como na construção real de um edifício, que permite armazenar as informações necessárias em um banco de dados unindo-os em um único arquivo, com o qual estabelece uma conexão com os projetos (arquitetônico, elétrico, hidráulico, estrutural, prefeitura, dentre outros) de forma a facilitar a comunicação entre os conteúdos e todos os projetistas implicados na viabilização do projeto, pois ”o BIM melhora a visualização espacial do que está sendo concebido já que a qualquer momento do processo de projeto, é possível visualizar o modelo em 3D” (FLORIO, 2007, p.7).

Nos sistemas baseados na tecnologia BIM, ”design” deve ser entendido como projeto e não como desenho, pois gerenciam a informação no ciclo de vida completo de um empreendimento de construção, através de um banco de informações inerentes a um projeto, integrado à modelagem em três dimensões (COELHO, 2008, p. 3).

Um bom processo de projeto, conduzido com o auxílio de ferramentas de tecnologia de informação adequadas, é o pilar fundamental da qualidade dos processos de construção e dos edifícios resultantes (MOUM, 2006).

Um projeto bem desenvolvido inegavelmente reduz dúvidas, erros e retrabalhos durante a execução da obra. O resultado da simulação das diferentes áreas é essencial à qualidade do projeto. Essas informações são organizadas visual e interativamente, tornando-se a principal fonte para as equipes responsáveis pela execução, de modo que o projeto confere legibilidade e viabilidade às intenções do arquiteto.

Os aspectos fundamentais da plataforma BIM são a modelagem paramétrica para desenvolvimento de um modelo único, a interoperabilidade, que é a integração, colaboração e troca de informações dos envolvidos, e a possibilidade de gestão e avaliação do projeto em todo o seu ciclo de vida. Essa capacidade de gestão e avaliação dos vários aspectos do empreendimento permite, por meio de tecnologia, tratar o projeto realmente como multidimensional (RUSCHEL et al., 2010).

De acordo com Andrade e Ruschel (2009a, 2009b), uma prática baseada em BIM pode ser decisiva na melhoria das fases do projeto, concorrendo para gerar propostas coerentes com a solicitação dos clientes, para integrar projetos entre si e com a construção e para reduzir o tempo e o custo da construção. Em síntese, BIM é uma prática de projeto integrado e colaborativo na qual os envolvidos fazem convergir suas habilidades para elaborar um modelo único.

Adotar a plataforma BIM não se restringe a implantar uma nova tecnologia, mas implica mudar os fluxos de trabalho, que passam a transcorrer em ambiente colaborativo e a ter planejamento desde as fases iniciais do projeto. O novo modelo de colaboração envolve recursos avançados de visualização, aliados à transferência contínua de informações entre os diversos participantes do processo de projeto (projetistas, construtores, contratantes, consultores etc.) e, para tanto, a organização dos dados é fundamental (COELHO, 2008, p. 6).

O Prof. Wilson Florio (2007, p. 8) define o processo colaborativo aplicado à metodologia de projeto como produção e compartilhamento do conhecimento, uso de computadores e comunicações eletrônicas, rapidez de acesso e do fluxo de informações, ensejando uma gestão que distribua responsabilidades de modo que todos coparticipem das decisões do projeto.

O uso do BIM no projeto colaborativo pode contribuir tanto para o processo de levantamento de custos de materiais e as quantificações dos objetos, como para os prazos para a execução (FLORIO, 2007, p. 8).

Os elementos construtivos são paramétricos, interconectados e integrados espacialmente, são representados tridimensionalmente, porém a qualquer momento é possível a visualização bidimensional, em qualquer vista. O usuário tem também a liberdade de manipular o objeto no espaço de desenho, permitindo ver detalhes do modelo construído. Alguns elementos têm fórmulas embutidas que remetem a um comportamento do objeto modelado, como por exemplo, escadas (CRESPO e RUSCHEL, 2007a, p. 6).

Cada elemento possui informações de acordo com as suas características, os elementos podem ser paramétricos, onde o usuário somente modifica valores, elementos básicos (como paredes, pilares, portas, etc.,) normalmente já vêm parametrizados nos softwares convencionais BIM, porém nem todo elemento é paramétrico, existem famílias que não precisam ser parametrizadas. Os parâmetros simulam com precisão o elemento e seus dados vinculados que estão inclusos no modelo, como cor, textura, custos e sistemas de funcionamento.

Apesar de a plataforma BIM parecer uma evolução das ferramentas CAD (Computer-Aided Design), temos aqui uma nova ordem de assistência que muda o escopo do desenho para o projeto, mudando, assim, totalmente a forma de lidar com os processos de projeto demandados pela arquitetura, sobretudo na sua relação com a construção, pois gerenciam a informação no ciclo de vida completo de um empreendimento de construção, por meio de um banco de informações integrado à modelagem em três dimensões (COELHO, 2008, p. 3).

Obstáculos do BIM em Contexto Colaborativo

O cenário atual é de crescimento para o BIM, mas nota-se que este crescimento vem encontrando dificuldades com a falta de usuários capacitados, mão de obra especializada, acesso a softwares 3D, tanto do segmento de arquitetura, quanto de engenharia e demais projetos complementares. Erroneamente muitos passaram a enxergar o BIM como simplesmente softwares modeladores 3D sem ligação com a construção civil, a obra.

A crescente difusão do uso da plataforma BIM mostra que um novo paradigma para o trabalho integrado em projeto precisa ser criado. Em diferentes países e cenários é visto muitas barreiras a serem transpostas para o aproveitamento pleno dos benefícios do BIM. Faltam conhecimentos sobre a integração da nova tecnologia para a melhoria do processo de projeto. Neste contexto, a escassez de métodos que busquem a integração entre o domínio da gestão do processo de projeto e a tecnologia BIM motivou o desenvolvimento do presente artigo.

Para garantir modelos de planejamento de obra que prevejam toda a organização dos espaços, evitando erros e retrabalhos, não são mais desenvolvidos utilizando apenas gráficos clássicos de programação. Mesmo com o uso da tecnologia BIM, nota-se cada vez mais a necessidade da melhoria das práticas da gestão de projeto.

Para o aproveitamento de todo o potencial do BIM, os agentes participantes do processo de projeto devem ser capazes de utilizar a tecnologia para se adaptar as formas de colaboração e de trabalho integrado, e isso só será eficaz quando essa habilidade for incorporada em uma organização, sendo absolutamente necessário que os participantes estejam aproximadamente no mesmo nível de maturidade.

A ineficácia de um processo de projeto de edificações aponta para a necessidade da evolução da gestão do processo de projeto. O BIM surge como uma solução, mas é também preciso avaliar se não estamos avançando para um novo patamar sem resolver problemas existentes na configuração atual da gestão de projetos.